Representatividade informacional em bibliotecas universitárias
a construção da Coleção Povos Originários na FEBF/UERJ e sua relação com a Agenda 2030
Palavras-chave:
Bibliotecas universitárias, Desenvolvimento de coleções, Agenda 2030, Povos originários, Coleções especiaisResumo
O artigo analisa a construção da Coleção Povos Originários (PO) na biblioteca da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBF), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), discutindo sua contribuição para a representatividade informacional e sua relação com a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Adota abordagem qualitativa, com estudo de caso e análise das estratégias de desenvolvimento de coleções. O estudo toma como referência os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4: Educação de Qualidade, 10: Redução das Desigualdades e 16: Paz, justiça e instituições eficazes. Os resultados indicam ampliação da diversidade de saberes no acervo e maior visibilidade a epistemologias indígenas. Conclui-se que a coleção analisada fortalece a inclusão informacional e evidencia o potencial das bibliotecas universitárias em alinhar o desenvolvimento de acervos às diretrizes da Agenda 2030.
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