Biblioterapia como prática de acolhimento e enfrentamento da vulnerabilidade em informação entre adolescentes

Autores

Palavras-chave:

Biblioterapia, Adolescentes, Vulnerabilidade em informação

Resumo

Relata a experiência de vivências de biblioterapia no Programa de alfabetização digital, informacional, midiática e literária de adolescentes mulheres em Moçambique e Brasil (PADIM). A pesquisa, de abordagem qualitativa e fundamentada na pesquisa-ação, envolveu três vivências realizadas com estudantes do ensino médio em contexto de vulnerabilidade em informação. As atividades envolveram meditação, leitura mediada, escuta sensível e compartilhamento de experiências. Os resultados evidenciaram impactos positivos relacionados ao bem-estar, à expressão de experiências e ao desenvolvimento humano. Conclui-se que práticas de biblioterapia podem contribuir significativamente para o cuidado emocional e informacional dos adolescentes.  

Biografia do Autor

Ana Paula Meneses Alves, UFMG

Pós-doutorado em Ciência da Informação pela Universidade Eduardo Mondlane de Maputo, Moçambique. Doutora em Ciência da Informação pela Faculdade de Filosofia e Ciências - Unesp - Campus Marília em regime de cotutela com a Universidade de Granada - Espanha, na qual recebeu o título de Doutora em Ciências Sociais. Mestre em Ciência, Tecnologia e Sociedade pela Universidade Federal de São Carlos. Bacharel em Biblioteconomia pela pela Faculdade de Filosofia e Ciências - Unesp - Campus Marília. Atualmente é Professora Adjunta da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, atuando nos cursos de Graduação de Biblioteconomia e Museologia e na Pós-graduação em Ciência da Informação (Nível - Mestrado e Doutorado). Desenvolve atividades de pesquisa, ensino e extensão nos seguintes temas: Recursos e Serviços de Informação (Competência Informacional; Fontes de informação; Organização bibliográfica; Serviço de referência e informação); Uso ético da Informação (Aspectos éticos da produção científica, Plágio acadêmico); Informação e saúde (Atuação do profissional da informação na área de informação científica e tecnológica em saúde; Uso e ensino de fontes de informação em saúde; Competência em Informação voltada à informação científica e tecnológica em saúde; Desinformação e saúde; Saúde e Memória) e Informação e Emancipação Social (Justiça Social, Justiça Informacional, Justiça Racial, Vulnerabilidade em Informação, Pobreza Informacional, Informação e Crises). Líder no Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Recursos, Serviços e Práxis Informacionais (NERSI- UFMG). Faz parte do ''Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Métricas da Informação'' da Universidade de São Paulo - USP - Ribeirão Preto e do ''Oríkì-BiCi: Estudos Informacionais Negro-Africanos, Afrodiaspóricos, Antirracistas, Interseccionais e Anti-epistemicidas na Amazônia''. É membro da Associação de Bibliotecários de Minas Gerais e da Federação Brasileira de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (Febab). Associada à Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (Ancib). Membro da Rede Brasileira de Letramento em Saúde REBRALS. Foi a primeira Coordenadora e uma das responsáveis pela criação do Grupo de Trabalho Relações Étnico-Raciais e Decolonialidades da Febab (2020-2021). Foi membro do Grupo de Trabalho de Competência em Informação, da FEBAB, no período de 2020-2021. Foi coordenadora do Centro de Estudos Africanos da UFMG no período de set.2023 a set.2025.

Referências

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Publicado

09-07-2026

Edição

Seção

Eixo 1 - Não deixar ninguém para trás