Diretrizes para o uso de inteligência artificial no poder judiciário brasileiro

análise comparativa dos guias institucionais e da Resolução CNJ n° 615/2025

Autores

  • Lucas Martins de Freitas Junior Dom Helder Escola Superior
  • Hellen Muniz de Albuquerque
  • Ana Paula de Rezende
  • Jaqueline Pereira Gonçalves de Andrade
  • Alice Pimenta da Silva Barbosa

Palavras-chave:

Inteligência artificial, Portaria CNJ, Governança algorítmica, Conselho Nacional de Justiça, Regulação tecnológica

Resumo

O artigo analisa comparativamente guias, cartilhas e manuais sobre inteligência artificial publicados por órgãos do sistema de justiça e controle no Brasil, com foco na aderência à Resolução CNJ nº 615/2025. A pesquisa qualitativa baseou-se em análise documental e quadro comparativo por critérios como ética, transparência, revisão humana, proteção de dados e segurança da informação. Os resultados indicam expansão de documentos orientativos, centralidade da proteção de dados e revisão humana, heterogeneidade normativa e lacunas em auditabilidade e avaliação de impacto algorítmico. Conclui-se que a Resolução CNJ nº 615/2025 atua como eixo estruturante da governança da IA no Judiciário brasileiro.

Biografia do Autor

Lucas Martins de Freitas Junior, Dom Helder Escola Superior

Bibliotecário com mais de 10 anos de experiência em informação jurídica e Biblioteca Universitária do estágio inicial ao avançado, incluindo gerenciamento de equipes, liderança, normalização de documentos e procedimentos, processos organizacionais e técnicos. Atualmente sou coordenador de biblioteca da Dom Helder - Escola de Direito e EMGE - Escola de Engenharia. Além disso, participante da Comissão do Vestibular, captação, eventos, congressos, seminários e Hackthons.

Na Dom Helder sou integrante permanente do projeto Acadêmico Nota 100, atividade acadêmica que colabora na qualificação dos alunos, também faço parte da Comissão de Trabalhos de Conclusão de Curso e membro editorial do Dom da Produção, manual de normalização de Trabalhos Acadêmicos, essas participações me levou a ser membro do Comitê Brasileiro de Informação e Documentação (ABNT/CB-14), responsável pelas normalização em documentos.

Fundador do projeto Biblio Academy, que tem como objetivo contribuir com o crescimento profissional e aprimorar a qualificação dos Menores Aprendizes, Estagiários, Assistentes, Auxiliares e Gestores.

Sou graduado em Biblioteconomia - Ciência da Informação, especialista em processos gerenciais, acadêmico do Curso de Direito com ênfase em direito digital. Além disso, sou Estudante e participante de diversos grupos de estudos sobre Democracia.

Tenho paixão pela inovação, gestão e tecnologia, com isso sou membro do projeto StartupDom que incentiva o empreendedorismo na comunidade acadêmica, o que me levou a participar da Comissão de Startups da OAB/MG.

No final do ano de 2022 iniciei o curso em Formação de dados pela Escola - DNC.

Especialidades: Normalização; Documentação; Informação; Pesquisa acadêmica; Planejamento; Gestão de Equipe; Startups; Inovação; Democracia; Direito Digital.

Referências

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Publicado

09-07-2026

Edição

Seção

Eixo 6 - O mundo digital: apropriação e desafios