Relato de experiência: O Projeto “A leitura vai à praça” como contrapartida social da Biblioteca Municipal Maria Geaquinto - Jerônimo Monteiro, ES.

Fernanda Samora Dias Borges, Ronald Santos Duarte

Resumo


Neste relato de experiências apresentaremos a contrapartida social de um projeto cultural como forma de captação de recursos destinados à manutenção e à modernização das bibliotecas públicas municipais. Objetivando arrecadar verbas externas a nível estadual e federal, por meio de recursos do Orçamento Geral da União (OGU) via Ministério da Cultura e suas autarquias, no caso deste artigo utilizamos o Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo - FUNCULTURA (Lei Complementar nº 458 de 21/10/2008) da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo (SECULT/ES). A Biblioteca Municipal “Maria Geaquinto” atua, desde 2012, com atividades de ação cultural e marketing da biblioteca, a fim de atrair a comunidade para o espaço. O projeto “A Leitura vai à praça”, promoveu o incentivo à leitura por meio do acesso ao acervo, a mediação de leitura com contação de histórias, o empréstimo domiciliar e oficinas. Destacamos que o projeto atendeu um total de 190 pessoas e teve impacto positivo de acordo com o parecer emitido pela Associação de Moradores. Com a finalização do projeto ocorreu a doação contemplando a contrapartida social para a Biblioteca Municipal “Maria Geaquinto” e Associação de Moradores do bairro Santa Clara. Dos R$ 14.479,17 capitados pelo projeto, R$ 7.373,25 (50,92%) foram destinados à biblioteca. Com base nessas implicações podemos concluir que o bibliotecário necessita de conhecimento decisivo em gestão de bibliotecas que contribuam para a sustentabilidade e gestão financeira nas bibliotecas públicas.

Palavras-chave


Biblioteca Pública. Captação de recursos. Funcultura. Projetos culturais. Contrapartida social. Projeto A leitura vai á praça.

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