Relações de Poder e o Desenvolvimento de coleções de Bibliotecas Públicas municipais de Belo Horizonte

Priscilla Gonçalves Gonçalves

Resumo


Buscou-se refletir sobre as relações de poder na representação da diversidade cultural e epistêmica nos discursos dos dispositivos legais que embasam as políticas culturais, as quais se referem ao processo de Desenvolvimento de Coleções das Bibliotecas Búblicas da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Ela teve por objetivos específicos: levantar quais os documentos que afetaram e afetam o processo de Desenvolvimento de Coleções; apreender os elementos quanto à interdição, colonialidade do poder e colonialidade do saber; identificar as assimetrias no discurso desses dispositivos à diversidade cultural e epistêmica; levantar as tensões de cunho político e sociocultural implícitas no processo de desenvolvimento do acervo das bibliotecas da rede municipal da Fundação Municipal de Cultura. A relevância deste trabalho
deve-se à sua contribuição para o entendimento das questões políticas, sociais e culturais que permeiam o processo de Desenvolvimento de coleções em Bibliotecas Públicas. Foram empregadas as teorias que tratam sobre as concepções de Políticas públicas para a Cultura e as Bibliotecas Públicas, bem como sobre o Desenvolvimento das Coleções para compreensão do corpo empírico.

Palavras-chave


Desenvolvimento de Coleções; Relações de Poder; Colonialidade do poder e do saber

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